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Published on abril 21st, 2017 | by ES1

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Novidades Ásia(Abril, 2017)

  • Aoshima

Derivada da linha Mazda, a Autozam lançou kei-cars como o coupé AZ-1(PG6SA) na década de ’90 aproveitando o boom econômico do Japão. A Autozam mesma foi criada como uma sub-marca com o intuito de vender keicars próprios e outros modelos rebatizados, além de formar parceria com marcas como a Lancia italiana. Sobre o AZ-1: ele era um coupé de motor central-traseiro, suspensão independente e portas asa-de-gaivota com um motor 0.6l, que eram suficientes para impulsionar o carrinho até os 140km/h. Kit Model Car Nr.38, 1/24.

Ainda na linha JDM, temos um velho conhecido: o Nissan Silvia PS13 coupé com a customização da Vertex. Série Tuned Cars Nr.21, 1/24. Ele vem com saias, rodas+pneus e pára-choques especiais sobre o modelo base do coupé da Nissan.

O picape Datsun 720 é uma das mais longevas linhas de veículos ainda em fabricação, estando no mercado desde 1955 e temos uma versão custom da 720 da geração fabricada entre 1980-1991. Mais precisamente, o modelo TUNED CAR No.22(1/24) representa a versão de 1982 com escape suspensão, rodas e pneus especiais.

Na mesma linha do AZ-1 estavam roadsters compactos como o Honda Beat PP1. Projetado por um jovem grupo de engenheiros, o Beat era 100% entusiasta: motor central de 0.65l, freio à disco nas 4 rodas, suspensão independente McPherson nas 4 rodas e dirigibilidade afiada como moto esportiva foi o suficiente para manter o Beat 5 anos no mercado e transformado ao patamar de carro clássico. Interessou? Kit MODEL CAR No.39, 1/24.

O Suzuki Cappuccino fecha a tríade de kei cars desse mês com a geração EA11R.  Ao contrário do Beat e do AZ-1, o Suzuki tinha motor central-dianteiro turbinado, motor 0,6l e um design que lembra muito o Dodge Viper. Sua dirigibilidade afiada rendeu exportações para o Reino Unido e matava os entusiastas estrangeiros de inveja. Caso queira esse kei car para a sua coleção na 1/24, procure pelo item MODEL CAR No.40.

Curbside, molde dos anos ’70. Mas isso vai te desanimar quando colocamos  que se trata do kit do Toyota Celilca 2000GT(RA35) Liftback , que vem com suspensão de altura ajustável e peças extras de customização? Claro que não! Esse é o kit MODEL CAR No.37, que espera por você na 1/24.

O kit MODEL CAR No.36 1/24 traz outra versão do Toyota Celica: dessa vez temos o 1600GT 1972 (TA22) com carroceria coupé. Assim como o kit anterior, esse també é molde antigo, ainda que bom e vem com peças extras de customização.

Quer a opção de ter um Toyota Mark II ou um Chaser na sua garagem? Se nao quiser passar raiva com importação, Detran, Contran e afins, uma opção é partir para o kit MODEL CAR No.41 na 1/24 com peças para montar os dois Toyotas na geração MX41. O Mark II estava em sua terceira geração em 1976(plataforma X40/1) quando deu origem ao Chaser de primeira geração. Desde então, os dois carros seguiram por linhas diferentes(junto com o Cresta, que também compartilhava a plataforma), sendo vendidos ao mesmo tempo por redes diferentes de concessionários e mercados.

A Yamaha XJ400 foi uma das derivações do chassi da linha XJ que teve início com a 650 em 1980. Aproveitando a plataforma, a Yamaha lançou adaptações em diversas cilindradas. Kit 1/12 BIKE No.39.

A Honda vendeu a linha CB nos anos ’80 com o modelo HawkII, também chamado de CB400T, agora disponível como 1/12 BIKE No.38.

  • Asuka/Tasca

Eis a Zündapp KS750, fabricada nos anos de guerra com mais de 18000 unidades produzidas para os diversos ramos militares alemães. Escala 1/24, 

  • Fujimi

Novidades em termos de figuras pros seus carros: o item GT4 (Drivers Set)traz um conjunto de motoristas e pilotos na 1/24.

Já o set Mechanic vem com o adorável povo da graxa na 1/24 como item GT3.

O kit NEXT350-3 vem com o destróier IJN Yukikaze, que foi o único navio de sua classe a sobreviver à guerra, participando desde os ataques às Filipinas até o transporte de volta para casa das forças japonesas derrotadas. Após o conflito, seria repassado para a China como ROCS Tan Yang. Kit full hull, 1/350.

  • Hasegawa

Embora um fracasso total, o reide em Dieppe serviu para estruturar a exitosa operação Overlord, lançada pouco mais de um ano depois, com o mesmo intuito: invadir o “Festung Europa” de Hitler. Aqui temos um combo na 1/72 com o tanque pesado Churchill Mk.I/II e um carro blindado Daimler Mk.II com decalques para o Royal Canadian Army. Nível 3, 106 peças, HSGS0043.

O Schwalbe surge em dose dupla na 1/72 com o combo Nachtjäger com os Messerschmitts Me-262 V056 e B1a/U1 com 2 opções de decalque para cada aparelho. São 115 peças ao todo, HSGS2236.

O Mitsubishi F-2 também chega no combo Tsuiuki Special 2016 com um aparelho monoposto e um biposto na 1/72 como item HSGS2237, composto de 257 peças no total.

O McDonnell Douglas QF-4E representa o último aparelho a voar operacionalmente na USAF. Escala 1/72, 130 peças, nível 3, item HSGS2238.

Um dos melhores caças japoneses da reta final do conflito foi o Kawanishi N1K1-Jb Tipo 11 Otsu, adaptado de um hidroavião. O kit HSGS7449 vem na 1/48 com decalques para 3 aparelhos recém saídos de fábrica. São 93 peças.

O Lockheed UP-3C(HSGS0234) é uma versão do Orion, alterada para fazer monitoramento  remoto em águas abertas. O kit traz peças do P-3 original com a adição de peças em resina para fazer a conversão. São 151 peças ao todo, nível 3.

O sedão Mitsubishi Galant VR-4 de sexta geração foi o primeiro da família a participar do WRC(e o último, pois a Mitsubishi acabou pondo suas apostas nos Lancers Evo). Equipado com tração integral e motor turbo de 2 litros 4G63, o modelo apareceu entre 1987 e existiu nessa geração até 1992. Kit HSGS0292, curbside, 1/24, 63 peças, nivel 3.

A ameaça dos Uboots foi a mais difícil de ser combatida pelos Aliados e foi a que mais pôs Hitler perto da vitória. Para proteger os comboios dos céus, eram usados dirigíveis e aviões de patrulha e ataque geralmente convertido de bombardeiros. O Coastal Command da RAF utilizou, dentre outros modelos, os Consolidated Liberator Mk.III/V na 1/72, 202 peças, HSGS2241.

Racing Figure Set, para dioramas e para carros na 1/24 com 10 figuras em diversas poses e funções: pilotos, mecânicos e chefe de equipe. Item HSGS0295, 58 peças.

Fãs de 1/32 não ficarão decepcionados com o Spitfire Mk.IIa pilotado por Douglas Bader. Dentre as 78 peças constantes no kit HSGS8247 ainda há uma figura representando o famoso ás inglês.

A chamativa pintura dos caças dos CAGs(Chief of Air Group) ficam sensacionais para quebrar a monotonia dos cinzas usados pelo USMC e USN. O kit HSGS7450 é 1/48 e traz a pintura do VX-23, especializado em testes e avaliações. O F/A-18F Super Hornet do box art fica estacionado na NAS Patuxent River.

  • Tamiya

O Valentine foi um tanque leve usado pelos Aliados desde os desertos africanos até a fria península de Kuban. Seguindo o lançamento triplo da AFV Club do mês passado, a Tamiya lança uma variante simplificada do blindado inglês na 1/35 na variante Mk.II/IV(35352) e vem com duas figuras.

Muito menos velozes que os Valentines, os Matildas seguiam o conceito de tanques de suporte à infantaria. Compensando a falta de velocidade, estava a pesada blindagem que os fazia invulneráveis a quase todos os armamentos alemães da época, exceto os canhões de 88mm e maiores. Embora seja baseado no clássico Matilda, a versão Red Army vem com lagartas link-by-link, 2 versões de decalques e duas figuras. Item 1/35, 35355.

  • Dragon/Cyber-Hobby

Veículos utilitários têm esse nome por terem a capacidade de atender a múltiplas funções distintas com pouca ou nenhuma adaptação sobre o veículo base. No caso dos alemães, os chassis da família 250 e 251 de meia lagartas serviram para todo o tipo de propósito. Um deles era o uso de lança-chamas para apoio à infantaria e desobstrução de pontos de resistência. O Sd.Kfz.251/16 era chamado de Flammpanzerwagen(veículo lança-chamas blindado) e é representado pelo kit 6864 na 1/35 que vem com: 3 figuras feitas em composto DS, lagartas com elos individuais, bomba de gasolina detalhada, 2 opções de bocais para os lança-chamas, PEs, lâmpada de black-out Notek, armazenamentos na carroceria com opção de portas abertas ou fechadas e novas rodas ainda mais detalhadas(com gravações em alto relevo).

  • Model Collect

Aumentando ainda mais a série de E-Panzer, temos aqui o E-75 armado com canhão de 88mm ultra-longo e interior completo. Complementando, o cano do canhão é de metal torneado, PEs e lagartas plásticas link-by-lenght. Item MA72001, 1/72.

O kit UA72083 vem com peças(muitas!) para a montagem do HEMMT M983A2 americano com uma carreta plataforma M870A1.

Para o fim da guerra, o uso de mísseis de cruzeiro V1 pelas forças alemãs estava bastante disseminado, mas havia o problema de que as longas rampas de lançamento eram alvos da RAF e USAF, então o passo lógico dos alemães era usar lançadores móveis baseados em chassis de blindados como o do E-75. Para esse kit altamente interessante, temos o produto UA72093 na 1/72.

  • Trumpeter/Hobbyboss

Começando pela Trumpeter, temos 4 novidades… O IS-2M ganha mais um kit representando a versão final de produção na 1/35 como o item 05590. São mais de 360 peças, lagartas link-by-link, decalques genéricos, cabo de reboque e canhão de metal.

O BM-27 Uragan era um sistema de lançamento de foguetes para saturação de área baseado no projétil 9K57 que eram montados numa torre conteirável que ficava sobre um veículo ZiL-135, formando o complexo 9P140. O kit 01026 traz quase 900 peças para representar essa artilharia móvel soviética com decalques para 3 países diferentes(4 variantes russas, 1 afegã e 1 ucraniana).

Defesa aérea sempre foi uma preocupação constante para os soviéticos, dado o massivo tamanho da armada aérea da OTAN, forçando a URSS(e agora a China) a desenvolverem sistemas altamente complexos e capazes para manter os céus sob controle. No idos da Guerra Fria, uma das plataformas móveis de médio alcance à disposição dos países do Pacto de Varsóvia era o Krug-A, montado sobre um chassi GM-123. Os mísseis eram os Novator 9M8M e o sistema de lançamento deles formava o complexo 2K11A. Desde 1965 é possível ver tais sistemas em operação ao redor do mundo, ainda que na Rússia ele tenha sido tirado da linha de frente e passado a ser utilizado como lançador de alvos(nesse caso, uma variante do 9M8M foi desenvolvida, a 9M316M. O kit tem 1 grade de PEs, mais de 800 peças e decalques para URSS/Rússia, Tchecoslováquia e Alemanha Oriental. As lagartas, obviamente, são de elos individuais.

O Izdeliye 9.12 ganha, finalmente, uma nova representação na 1/32 da versão inicial de produção(a própria Trumpeter só oferecia as variantes mais modernas, como a SMT, K e S, enquanto a Revell oferecia moldes que, segundo alguns, vêm com mais erros que acertos). Enfim, o kit 03223 traz(como de costume) uma boa variedade de armas, incluindo mísseis ar-ar R-27R/T/AE/ER, R-60MK e R-73E, além de casulos de foguetes UB-32/57, S-25L, B-13L e B-8M1 e casulos de canhões UPK-23-250. Fora as armas, ainda há um tanque ventral PTB-1500L. O MiG é composto de 310 peças, sendo os trens de pouso em metal, 3 grades de PEs e decalques para Hungria e URSS/Rússia.

Já a irmã(Hobbyboss) está com lançamentos mais diversificados. Pros iniciantes, temos o P-51D/Mustang IV Snap na 1/48(85806) composto de 40 peças e dois decalques(USAF e SAAF).

O MS-1/T-18(83874) foi uma versão fabricada localmente sob licença da Renault do modelo FT-17, com algumas adaptações. Ainda que muito limitado, foi a base para a construção de blindados pelos soviéticos e para o desenvolvimento de táticas de unidades mecanizadas. Escala 1/35, 250 peças, PEs e lagartas com elos individuais.

Já falamos muito do BA-20 por aqui: ele é uma versão de reconhecimento blindada feita sobre o GAZ M-1, por sua vez, um sedã Ford feito sob licença na URSS). A Ace ucraniana o lançou na 1/48 esse mês, mas se desejar uma versão maior, a Hobbyboss lhe dá uma na escala 1/35 com mais de 150 peças, pneus de borracha e photo-etcheds como item 83884.

Fechando o quarteto, temos o cruzador USS Alaska (CB-1) da classe homônima. Lançado em operação no ano final da Guerra, esse pesado navio de guerra participou de algumas ações de bombardeio de costa, bloqueio naval e escolta antiaérea.  O modelo é full-hull, 1/350, tem mais de 1100 peças, 4 grades de PEs, 2 aparelhos de reconhecimento SC-1 e um estande. Kit 86513.

  • AFV Club

A República Popular da China sempre considerou Taiwan como uma área rebelde e diversas vezes tentou reconquistá-la. Para prevenir que as forças comunistas da China continental dominassem a República da China(insular), foi dado muito apoio por parte dos EUA até que os próprios taiwaneses pudessem ter sua própria capacidade bélica e industrial para prover suas necessidades. Das indústrias locais surgiu o caça AIDC F-CK-1 “Ching-Kuo” e sua versão melhorada, a “Hsiang Sheng”. Esses aparelhos, também comumente conhecidos como IDF(Indigenous Defense Fighter – Caça de Defesa Local), foram desenvolvidos com a participação de diversas partes como a General Dynamics(célula), BAe+Northrop-Grumman+Martin-Baker(aviônicos) e Honeywell(motores). Dessa salada, saíram 130 aparelhos para montar um esquadrão em 1999, que permanece ativo até hoje. Esses interessantes aviões podem ser armados com mísseis TC-1(semelhantes aos AIM-9) e TC-2(proposta semelhante ao AMRAAM). A AFV traz a versão monoplace (48108, foto) e biplace(48109) dotadas de decalques Cartograf na 1/48.


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About the Author

Engenheiro de computação formado na UFES e com diversos cursos na área de redes e tráfego de dados, absolutamente louco por carros, aviões, trens, tanques, caminhões, história e estratégia. É o braço técnico da UdK.



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