Kits

Published on abril 17th, 2015 | by ES1

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Novidades de Abril(Ásia)

    • Tamiya

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O M3 Stuart era um tanque leve de reconhecimento usado pelos exércitos Aliados na IIGM e um pouco após a mesma. A Tamiya o traz na 1/35 com decalques para o US Army(2 variantes), Royal Army e Canadian Army. Item 35042.

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Se você optar por fazer uma versão inglesa do Stuart/Honey, que tal somar o set Brittish Infantry w/ Small arms & Equipment? Ele traz uma metralhadora Leis, baionetas, rifles Enfield, revólveres Webley, alicates, machados, pá, cantil, binóculo, granadas de mão, picaretas, minas e vários outros objetos para enriquecer qualquer figura e/ou diorama. Item 32409, 1/35.

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A Kawasaki ZZR1400 é, pura e simplesmente, um míssil com duas rodas. A carenagem agressiva até dá uma idéia do que você está prestes a lidar, mas é preciso de compreensão sobre a máquina e sua engenharia para que um quadro completo se forme: o motor é um L4 1,4l de astronômicos 190hp(já é considerável num carro, mas para essa moto, dá a violentíssima proporção de 1,41kg/cv!!!). Portanto amigos, esse não é um brinquedo para se subestimar na vida real… A Tamiya traz essa bela obra de engenharia sobre rodas na escala 1/12 com decalques Cartograf e transfers metálicos para os retrovisores. Item 14112.

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“Não há substituição para o deslocamento”. Com essa rase, os americanos se agarraram desde a época de ouro do muscle cars até hoje, criando esportivos com motores absurdamente enormes e torcudos, montados em grandes coupés, hot rods e sedãs. Mas o resto do mundo tentava seguir por caminhos alternativos: se um carro for pequeno e leve, pra que um motor enorme? Seguindo a escola do menos é mais, os japoneses da Honda produziram o pequeno conversível S600 que, como o nome indica, tem um motorzinho de 600cm³ sob o capô. Isso mesmo: um motor de Celta desloca mais que esse carrinho. Mas não se engane: tendo que empurrar pouco mais de 700kg e rendendo quase 80hp, esse esportivo fez história na Honda. Embora tenha tido vida efêmera, lançou as bases para o S800, o S2000, o Beat e já ganhou um modelo para continuar a linhagem dos hondinhas velozes à céu aberto: o S660 mostrado essas últimas semanas. Sobre o kit 24340(1/24), ele vem com capota rígida ou de tecido, motor e transmissão de correia representados.

    • Hasegawa

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Começaremos pelos lançamentos que ficarão no catálogo da Hase, ok? Sobre esse kits, temos apenas 3 deles para falar: os primeiros são os cruzadores leves Tenryu(HSGS9357) e seu irmão, o Tatsuta(HSGS9358), ambos na 1/700, com mais de 100 peças e com duas versões representáveis: uma do início da IIGM e a outra, de 1942 em diante com mais armamento antiaéreo.

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O Boeing Dreamliner 787 causou alvoroço no mercado da aviação civil com todo o seu avanço tecnológico, sendo um jato mais verde, mais eficiente, mais silencioso e de operação mais econômica, substituindo o 767 e forçando a Airbus a criar um concorrente, o A350XWB. A Hasegawa lança o -9, que é a versão alongada e com alcance estendido da All Nippon Airways, na 1/200. O Kit HSGS0721 vem com 64 peças, sendo nível 3.

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O F-16, assim como o F-15 foi mandado ao Japão para equipar a JASDF ante o poderio da antiga URSS. Agora, no entanto, os aviões japoneses têm outras preocupações: a China e a Coréia do Norte. Sendo um país de poucos recursos naturais e escasso território, os japoneses preocupam-se sobremaneira com a qualidade dos equipamentos(que têm de ser comprados em números reduzidos em relação aos vizinhos). Dessa form, eles buscam melhorar localmente ao máximo tudo de que dispõem: esse é o caso do Mitsubishi F-2, que é um F-16 fabricado sob licença e com um monte de upgrades especialmente na aviônica, o que o tornou um avião substancialmente diferente(e caro) em relação aos F-16 de que originou. A versão de 2 lugares(F-2B) vem com os decalques temáticos dos 60 anos da JASDF, 129 peças e nível 3(HSGS0214).

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Dando continuidade à linha de caças começada com os mal-fadados  LaGG-1/3, o senhor Semyon Lavochkin pôs o motor radial Shvestov M-82 num LaGG-3 e criou um dos melhores caças da IIGM, o La-5 que evoluiria até bem depois do fim do conflito. A Hasegawa presta homenagem à Lavochkin, trazendo o La-7(o maior, mais potente e mais armado caça produzido pelo referido escritório de design a entrar na IIGM). O kit HSGS7398 é edição limitada, traz decalques para dois caças da VVS entre 1944/5, com 76 peças, sendo classificado como nível 3.

    • Fujimi

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O Mitsubishi A5M não precisa ser só aquela versão snap da Hobbyboss, se você o quiser na 1/72. A Fujimi lança o predecessor do Zero (versão A5M2a Tipo1 Lote final) com novos decalques para o 13ºCorpo de aviação do IJN Kaga. Item 4968728722641. Além dele, há o A5M4 com os decalques para o porta-aviões Soryu(1/72, 4968728722658).

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Ainda é possível se encontrar itens novos sobre a IIGM! Para dar um tempo de Zeros, Betties, Oscars, Tojos & companhia, que tal o Tachikawa Ki-36 Tipo 99? Ele era um avião de cooperação com o exército/observação assim como o Storch alemão, o Lysander inglês e o Piper americano. Kit 1/72, 4968728722672.

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Assim como o Ki-36, o reconhecedor Mitsubishi F1M2 Tipo 0 não é um avião muito retratado pelas grandes fabricantes de kits, o que o torna bem raro de ser visto nas prateleiras do Brasil, mesmo tendo sido extensivamente usado pela Marinha Imperial. O kit 1/72(4968728722665) vem com novos decalques.

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Dessa vez, aparentemente não temos um, mas 2 porta-aviões: o Hiryu e o Soryu num pacote representando as embarcações quado de sua incursão no Oceano Índico antes da IIGM. Escala 1/700, 4968728431284.

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O cruzador pesado Tone está agora disponível para você que adora navios, mas que tem medo de se arriscar em miniaturas excessivamente complexas e com peças diminutas: a Fujimi lança esse navio em escala 1/700 na série Easy, para iniciantes(já pintado e com encaixe. Item 4968728470061.

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Saindo da temática militar, temos o Honda Civic Hatch SiR EK9 dotado do fantástico VTEC B16A2. A Fujimi tem o modelo 1/24 sob o código 4968728046037.

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Japoneses e alemães adoram sedãs sleepers, mas os últimos levam quase sempre toda a fama. Muito dessa injustiça é causada pelos próprios japoneses que têm o péssimo hábito de não dividir com a gente os carros mais legais que eles fabricam. Se você quer provas disso, olhe esse Toyota Cresta X70: por fora, detalhes modernos(para a época) e influências ocidentais, como a posição do pára-choque e dos retrovisores. Mas sob o capô, a partir de 1985, os Crestas podiam vir com o motor 2,0l 1G-GTEU que rendiam até 210hp mandados para as rodas de trás para empurrar o sedã de 1200kg. Se não fosse pela transmissão automática(bem primitiva naqueles tempos em relação às de hoje), o Toyota Cresta GT Twin Turbo seria ainda mais divertido! O kit é 1/24, vem com máscaras de pintura e tem o código 4968728046044.

    • Trumpeter/Hobbyboss

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O USS West Virginia foi um encouraçado da classe Colorado que viu pouca(mas intensa) ação no decorrer da IIGM: atacado em Pearl Harbor, só voltou a flutuar em 1943, passando por modernizações extensivas para só voltar à ativa em 1944. Embora já na reta final do conflito, o West Virginia teve participações importantes no bombardeio de Leyte, Iwo Jima e Okinawa. O kit 1/700(05772) pode ser feito waterline, tem mais de 610 peças, com estande, placa e 3 aviões Curtiss SC-1.

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Se os encouraçados eram as rainhas das forças navais até o fim da IIGM, eles devem boa parte de seus avanços ao HMS Dreadnought que mudou o panorama dos combates navais pelas próximas décadas. Embora não tenha participado da batalha da Jutlândia, o Dreadnought afundou um submarino alemão simplesmente colidindo contra ele e passou o resto da guerra fechando o Tâmisa ao tráfego da Marinha de Alto-mar. O kit 06705 vem na configuração de 1915,  290 peças, PE e opção de linha d’água ou casco completo.

551d000495660Uma das armas mais letais dos exércitos na IIGM foram os canhões multi-propósito. Embora o famoso 88mm alemão tenha levado toda a fama, é injusto não citar o M1/2/3 americano também. Mas há uma outra arma que causou terror entre os inimigos e quase nunca é citada: o 52-K 85mm soviético. Assim como o 88mm e o 90mm, essa arma era usada para artilharia antiaérea pesada em grupos de 16 baterias que estavam armadas tanto com munição contra aviões, quanto com outras exclusivas contra tanques. No início da Barbarossa, o desconhecimento por parte da Wehrmacht de muitas armas russas causou uma série de desentendimentos e até mesmo algum pânico, como o T-34 e o KV-1 serem confundidos, ou os relatos de T-34 destruindo tanques a quase 2km de distância quando, na verdade, eram os 52-K que tinham miras óticas suficientemente modernas para atingir alvos tão longe. Assim que os Pz.IV e StuG III passaram a ser armados com novos canhões de 75mm, a arma de 85mm do 52-K foi estudada para adaptação  no SU-122(originando o SU-85), enquanto no T-34 entrariam o similar ZiS-53/D-5T . O 52-K é representado na 1/35 na versão final de produção(1943 pra frente), pneus de borracha, PE e outras 250 peças. Item 02342.

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Pra galera da aviação de asas rotativas, a Trumpeter traz o Aérospatiale/Eurocopter/Airbus Dolphin HH-65C na 1/35. Mas o que ele tem de novo? Ao contrário dos kits do Z-9, AS/SA-365 e dos outros HH-65 esse kit vem com o nariz da versão modernizada com novos aviônicos, o que ajudará de sobremaneira a convertê-lo na variante usada pelo Exército Brasileiro. O helicóptero vem com 260 peças, PE e decalques apenas para uma aeronava da Guarda Costeira dos EUA. Item 05107.

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Bom gente, esse NÃO é o BMP-1! Sim, os chineses inicialmente puseram as mãos nos BMP russos e os copiaram/adaptaram(coisa inédita, diga-se de passagem), renomeando os veículos como WZ-501/ZBD-86B(0558, 1/35). Esses veículos são armados com canhões de 30mm e um lançador de mísseis AT HJ-73. Há 470 peças, PE e lagartas LBL.

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Com algumas alterações, eis o T-72M4CZ: baseado no T-72, os tchecos criaram uma versão altamente capaz e modernizada do cavalo de batalha russo: telêmetro laser, sistema de navegação individual, novo computador de controle de tiro italiano, uma metralhadora NSV pesada na torre, uma PKT e uma Tipo95/8 para protegê-lo de infantaria ou atacar alvos leves. Para engajar alvos maiores, há o canhão de 125mm. Ainda que tenha ganhado peso com os novos eletrônicos e blindagem, o M4CZ continua altamente móvel e veloz, sendo comparável ao M1A2 americano. O kit vem com lagartas LBL, PE e outras 780 peças.

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Apesar de ter aparecido à contra-gosto da Luftwaffe(que sofria de uma incrível falta de perspectiva e burocracia), quando o FW-190 apareceu em 1941, os alemães sabiam que tinham um verdadeiro assassino dos céus em mãos: robusto, veloz e pesadamente armado, o FW-190 logo não só complementaria o Me-109, como substituiria os Stukas na tarefa de apoio às tropas alemãs. O maior upgrade do avião de Kurt Tank foi a adaptação do enorme motor em linha  Junkers Jumo 213, dando origem às subvariantes Dora, às quais o torpedeiro D12R-14 se soma. O kit da Hobbyboss(conforme os restantes) vem com um torpedo(ah, não diga) LTF-5b, 110 peças e PE. A escala é 1/48.

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Logo após a queda da França, muito material capturado além de ser avaliado e usado diretamente, foi extensamente modificado pelos alemães. Um deles foi o tanque leve Renault R40 que teve a torre movida e, em seu lugar, recebeu uma superestrutura aberta com uma PaK38, tornando-se o 5 cm Pak(t) Sfl.auf Fgst. Pz.Kpfw.35 R 731(f). São 500 peças para reproduzir esse blindado na 1/35 que vem com PE, item 83808.

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O kit 83845 é o ZiL/ZiS-151, que foi o primeiro caminhão massivamente usado pelos exércitos soviéticos e de seus aliados após a IIGM. Claramente inspirado no impacto positivo que os russos tiveram com os caminhões americanos(especialmente o Studbaker US6), o ZiS é maior, mais robusto, potente e com maior capacidade de carga que os veículos usados na Grande Guerra Patriótica. Ele foi tão importante na motorização do Exército Vermelho, que foi base para inúmeras versões, como um MLRS, um APC e uma versão anfíbia! O kit é 1/35, traz mais de 250 peças, PE e pneus de borracha.

    • Academy

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Após um mês sem lançamentos, a Academy lançou uma nova versão de um velho conhecido: o McDonnell Douglas F/A-18A+ dos Marines com os decalques do VMFA-232 Red Devils. Ele traz mísseis AIM-9, bombas Paveway e tanques subalares(entre outras cargas possivelmente). O avião vem na 1/72 com decalques da Cartograf italiana, sendo caracterizado como nível 4. Item 12520.

    • Studio 27

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Re-estreando em Le Mans após anos de hiato, a Porsche trouxe o 919 Hybrid com seu incomum V4 de injeção direta e turbo que rende(pasmem) 500cv. Mas ele é híbrido, então é complementado por um sistema elétrico com um motor elétrico, bateria de íon-lítio e um KERS para regenerar a energia nas freadas. Escala 1/24.

    • Model Factory Hiro

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A Williams FW11 foi a resposta à McLaren MP4/2. Dotada de um motor Honda de 1,5l e um turbo, o carro mostrou ser uma boa base no ano de 1986(vencendo inclusive o campeonato de construtores), a Williams aperfeiçoou ainda mais o seu bólido para a temporada seguinte, com o motor Honda RA167-E para se contrapor ao TAG-Porsche que movia o carro de Senna. Embora não fosse inovador, era um carro tão bem construído e acertado que pôde se impor na temporada de 1987. O FW-11B foi o último carro da Williams a rodar com motor Honda, já que seu sucessor usaria uma planta V8 da Judd e os japoneses migrariam para a arqui-rival McLaren em 1988.  O kit vem em duas versões que competiram em 1987: K472(GP da Grã-Bretanha) e K473(GP do Japão) e pode representar tanto o carro de Mansell quanto de Piquet(inclusive com variações no tamanho de certas peças como os volantes). O kit é em resina, borracha e metal sendo contra-indicado para iniciantes. Escala 1/12.

    • Takom

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Projetado para ser O tanque pesado soviético da guerra, o KV-5 basicamente era um chassi de KV alongado e reforçado com uma casamata  para metralhadora e uma torre imensa para o canhão ZiS-6 de 107mm e um peso de marcha da ordem de 100 toneladas. Com o cerco à Leningrado e o desenvolvimento de tanques mais convencionais e modernos, o desenvolvimento dessa super-arma foi cancelada. Mesmo assim, é um baita kit(especialmente na 1/35) que vem com o ZiS-6 em metal, PE, uma figura(de um soldado usando roupas para guerra NBC) e decalques para veículos hipotéticos do RKKA e da Finlândia. Item 2006.

    • Model Collect

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A Model Collect lança a nova série MAZ que inclui diversos veículos pesados baseados nos caminhões da dita fabricante bielorrussa. Comecemos pela carreta MAZ-796 com cavalo mecânico MAZ-7410 na 1/72. Agora seu T-62/64/72/80/90 pode repousar placidamente nesse transporte pesado que pode abrir idéia para a execução de inúmeros dioramas. Kit UA72048.

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O sistema de foguetes BM-30 Smerch é equivalente ao MLRS/MARS teuto-americano e ao Astros brasileiro. Projetado para eliminar concentrações de tropas/munições/veículos além de alvos de alto valor, como centros de comando inimigos e ser usado para fogo anti-artilharia, o BM-30 foi criado na URSS, repassado aos seus países  herdeiros e, desde então, só viu combate em 2014 na Síria e Ucrânia, mesmo estando disseminado em quase todos os continentes. Cada unidade de BM-30 pode disparar 12 foguetes de uma tonelada cada que têm alcances variados: de 25 a 90 quilômetros em menos de 40 segundos.  Para evitar ser atingido pelos inimigos, cada carro opera praticamente autônomo, gastando 5 minutos para poder se deslocar até um ponto seguro para ser remuniciado. O kit UA72047 é 1/72.

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Negar navegação costeira é um dos melhores meios para impedir um assalto anfíbio. Para isso, os russos desenvolveram o sistema 3P51M/Rubezh/4K-51/SSC-3: cada carro pode operar autonomamente rastreando os alvos, comunicando-se com outros lançadores via data-link e efetuando o disparo. Cada carro transporta 2 mísseis que podem ser do tipo P-15, P-15M, P-20 ou P-21 engajando alvos detectados pelo próprio veículo ou por fontes secundárias, como aviões e radares terrestres. Hoje, esses sistemas são complementados pelo K-300P Bastion. O kit UA72046 é 1/72.

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Na tarefa de negar os céus a aviões e mísseis a longa distância, os russos criaram famílias inteiras de sistemas dedicados a se contrapor aos mais modernos sistemas aéreos e de interferência eletrônica existentes. A espinha dorsal desse sistema reside nos complexos chamados de SA-10 pelos especialistas ocidentais, mas que foram batizados como S-300 pelos russos. Hoje, os S-300 derivaram para inúmeras subvariantes como o S-300VMD, S-300FM, S-300PM e S-400 com capacidades cada vez maiores não só em termos de alcance, como de ignorar contra-medidas dos alvos. O kit retrata o complexo de lançamento 5P85S/SD na 1/72 com o código UA72045.

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Agora, é claro que por melhor que o míssil seja, algo precisa iluminar o alvo e transmitir os dados para as baterias. Esse papel cabe ao complexo de radar 64N6 que é responsável pela vigilância, detecção e acompanhamento de alvos. Com capacidade de gerenciar até 12 lançadores independentes, o sistema 64N6 pode varrer 2 setores opostos de 90º, detenctando até 200 alvos por varredura e engajando até 12 por vez ou mesmo escaneando subsetores específicos a cada ciclo(como o sistema SPY-1A do AEGIS americano). Estamos diante de um sistema que era tão avançado que exigiu novos mísseis para que toda a capacidade do radar pudesse ser aproveitada. O kit(enorme) na 1/72 tem o código UA72049.

    • Aoshima

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Consagrado por ter sido dele que partiram os velhos Swordfishes que deram o tiro fatal no leme do Bismarck, selando seu destino, o HMS Ark Royal foi um porta-aviões britânico de projeto inovador, no qual os hangares e convoo eram parte do casco, em vez de serem anexos da superestrutura. Lançado ao mar em 1938, ele deveria ser usado no Extremo Oriente, mas os desenvolvimentos na Europa o forçaram a ficar mais perto de casa. O Ark Royal participou de diversas ações, como o patrulhamento contra os navios mercantes armados alemães no Atlântico, o fechamento do cerco sobre o Graf Spee, a caçada ao Scharnhorst e ao Gneisenau, escolta de comboios no Mediterrâneo e proteção a Malta. Entretanto, a destruição do Bismarck foi seu ponto alto na carreira. Por outro lado, a Kriegsmarine colocou o Ark Royal na sua lista de presas de alta prioridade. Quando foi encontrado pelo U-81 em dezembro de ’41, o porta-aviões foi prontamente atacado, vindo a afundar no dia seguinte. O set 4905083-010228 vem com o Ark Royal e seu carrasco, o U-81. Ambos poderão ser feitos como waterline, mas só o uboot pode ser posto num pedestal e ser feito com casco completo. Para melhorar, ainda há um set de PE. Escala 1/700.

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O navio aeródromo IJN Chiyoda foi um dos navios da classe Chitose construídos inicialmente como tender e convertido como porta-aviões leve após a derrota japonesa em Midway. A característica mais marcante desses navios era a ausência de uma olha de comando e o destino do Chiyoda e do Chitose: ambos foram afundados na mesma batalha, na campanha de Leyte, na altura da Cabo Engano em 1944. Kit 4905083-009536, 1/700, waterline.

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Apesar de a Aoshima fazer parte do consórcio Waterline (junta da Tamiya e Hasegawa), não quer dizer que ela não produza navios full hull de vez em quando. Esse é o caso do encouraçado Kirishima(1/700, 4905083-011034), pertencente à classe Kongo, que nasceu como cruzador de batalha e foi modernizado diversas vezes em sua vida útil. Sua vida de combates envolveu desde escaramuças contra os britânicos no Sri Lanka até os embates em Guadalcanal, Santa Cruz, e Ilhas Salomão. Durante um ferrenho combate contra os americanos, o Kirishima foi fortemente danificado pelo USS Washington, vindo a afundar no dia seguinte.

4905083084564-500x375Todos que acompanharam alguma coisa do Grupo B, lembram dos monstros de 800cv com turbos, superchargers, trações integrais e pilotos insanos. Deles, muitos se destacam quase que de imediato: Lancia Delta S4, Audi Quattro S1/2 Evo e Peugeot 205 T16. Mas entre os menos conhecidos(mas não menos insanos), você encontrará ícones como o Rover/Metro 6R4, Ford RS200, Lancia 037 e o Toyota Celica TA64(1/24, 4905083-084564). O motor 4T-GTE devidamente modificado passou de 180cv para 320cv jogados nas rodas traseiras. Embora seja o mais potente Celica dessa geração, ele chegou na época em que os carros de tração traseira estavam sendo preteridos em relação aos 4×4.

4905083081891-500x375O kit 4905083-081891 traz o McLaren MP-4/2 estreou em 1984 ainda motorizado pela Porsche-TAG com um V6 que rendia absurdos(ainda hoje) 800cv. Mas seu diferencial mesmo atendia por outro nome: fibra de carbono. O material leve e altamente rígido era usado no chassi mas era estreado pelos ingleses pioneiramente nos freios, ganhando muita vantagem em circuitos travados. Escala 1/20.

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No WTCC, os americanos entraram na competição com o seu carro médio mundial, o Cruze 1,6T. A Aoshima o lança na escala 1/24(4905083-082997) com o carro da temporada de 2012. Mais pra frente, a Aoshima lançará um set de detalhamento pra esse carinha. Então é bom ficar atento!


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About the Author

Engenheiro de computação formado na UFES e com diversos cursos na área de redes e tráfego de dados, absolutamente louco por carros, aviões, trens, tanques, caminhões, história e estratégia. É o braço técnico da UdK.



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